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RUI MOTA

Rui Mota

(Solo/Didata)


Sobre Rui Mota

Nascido em 15 de julho de 1951 na cidade de Niterói, RJ - Rui Motta - baterista autodidata, também compõe, arranja e produz.

No final dos anos 70 participou com destaque dos primeiros “concertos” de rock no Rio de Janeiro, com as bandas Veludo Elétrico e Sociedade Anônima.Com esta gravou pela primeira vez em estúdio, para a novela “O Homem que deve morrer” da TV Globo. A banda também se classificou para as semifinais do FIC (Festival Internacional da Canção) de 1971, o maior evento musical do país na época e gravou um compacto de sucesso para a Som Livre.

Em 1972 integrou-se aosMutantesna fase pós – tropicalista, quando gravou três discos (dois deles relançados em cd) e foi eleito duas vezes Baterista do Anopela revista Rock. A banda encerrou suas atividades em 1978 depois de uma temporada de seis meses na Europa e de shows memoráveis que marcaram toda uma geração.

Como músico de apoio Rui Motta trabalhou, entre outros, com Ney Matogrosso, Marina, Moraes Moreira, Zé Ramalho e Sá & Guarabyra, gravando e excursionandopelo Brasil e exterior.

Com vasta experiência de estúdio, também gravou comcantores, músicos e bandas de estilos variados, totalizando mais de trezentas gravações.

Em 2005 participou do projeto Jovem Guardano Centro Cultural Banco do Brasil, como integrante da banda ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa, Golden Boys e Vanusa.

Nos anos 80 liderou as bandas Via Láctea e Trapézio e ainda integrou os grupos Etiketa e KGB.

Em 1984 gravou com destaque o disco “Till we Have Faces”, do guitarrista inglês Steve Hackett (ex- Genesis), editado na Europa e Japão.

Seu primeiro disco solo - “Mundos Paralelos” - lançado em 1992 (remasterizado para Cd em 1998), teve ótima recepção da crítica. A partir daí começa a se apresentar com seu grupo, Rui Motta & Banda.

Seu primeiro método – “Bateria em Todos os Níveis”, editado em 1993, vem a ser um marco no catálogo nacional de sua área. Num esforço contínuo para criar e sistematizar toda uma tecnologia de execução da bateria, lançou mais seis livros (com Cds) editados pela Irmãos Vitale.

Com os livros surgem os workshops, somando a linguagem musical com a didática. Sua agenda inclui cursos, oficinas, festivais e encontros de bateristas por todo o país.

O sucesso de sua carreira sensibilizou a C. Ibañez, maior fábrica de baquetas do país, a lançar, no ano de 1997, um modelo exclusivo com sua assinatura, o 1002 Rui Motta.

O “Rui Motta Vídeo-Workshop”(de 1998), explora as possibilidades técnicas e artísticas da bateria, materializando um projeto original com ótima recepção.

Em 2000 lança o Cd “Sinestesia”. Seu mais recente CD - “Ilusão Motriz” – foi muito bem recebido pela imprensa. A faixa Múltiplos Desejos integra o DVD áudio “Brazilian Jazz”, editado nos E.U.A. pela DTS Entertainment.

Rui Motta produziu dois dos seus três Cds e ainda os que estão encartados em seus livros. Também produziu trabalhos para a editora Vitale e para a Petrobras.

No Rio de Janeiro mantém a Oficina de Bateria Rui Motta que oferece cursos ministrados através de um programa exclusivo, criado e estruturado pelo próprio baterista.