..\fotos site\fotos kasebre favali\kazebre062.jpgRicardo Confessori iniciou sua vida musical estudando piano clássico durante quatro anos, e se decidiu pela bateria, aos 13 anos de idade. Desde então o musico nunca mais deixou de estudar e de estar em contato com seus instrumento o máximo de tempo possivel, dicas do próprio baterista quando perguntado sobre o assunto.

Ricardo fala com a propriedade de um dos grandes bateristas atuais, reconhecido mundialmente por diversos músicos e revistas especializadas em música e instrumentos musicais.
Seu primeiro trabalho como músico profissional foi na banda Garcia & Garcia. Gravou o álbum "Mr. Fire" em 1990. Este disco hoje em dia é uma reliquia para os colecionadores. ..\fotos site\fotos kasebre\DSC08951.JPG

Depois da dissolução da banda, ingressou no grupo Korzus em 1992, onde permaneceu por um ano e meio. Durante esse período realizou uma série de shows e acabou por se desligar do grupo por divergências com a gravadora.
Imediatamente após sua saída, em 1993, recebeu o convite para assumir o posto de baterista do Angra, durante as gravações de "Angels Cry",
A partir daí, Ricardo torna-se mundialmente conhecido. Não só por mesclar outros ritmos como salsa, merengue, baião etc. ao heavy metal, mas também  pelo jeito singular de tocar, extremamente técnico, preciso mas sem esquecer do feeling e da versatilidade, que são a marca do musico até hoje.
No Angra, Ricardo gravou o antológico “Holy Land”, de 1996, um disco conceitual cheio de ritmos brasileiros que certamente é um marco na historia do rock pesado brasileiro.

Ainda com o Angra, o baterista gravou o álbum “Fireworks”, de 1998, que rendeu os singles “Rainy Nights” e “Lisbon”, o ao vivo “Holy Live” (1997), o disco “Freedom Call” (1996) e o EP “Evil Warning”(1994).
Em 2000, três músicos deixam o Angra, entre eles, Ricardo. A partir daí dois longos anos de espera até o lançamento do primeiro álbum do Shaman: "Ritual", distribuído em  mais 15 países e um sucesso tão absoluto que ainda rendeu um CD/DVD ao vivo entitulado “Ritualive”(2003).
"Reason", segundo álbum da banda foi lançado em 2005 e a turnê passou por todas as regiões do Brasil e diversos países da América Latina.

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Após o recrutamento de Thiago Bianchi (vocal), Leo Mancini (guitar) e Fernando Quesada (bass), o baterista Ricardo Confessori passou juntamente com esses três músicos a trabalhar na composição do “Immortal” , que é o terceiro álbum de estúdio da banda. Vale lembrar que toda a produção de “Immortal” ficou a cargo de Ricardo Confessori e Thiago Bianchi. O disco foi gravado em sua maior parte no estúdio Fusão (que pertence ao vocalista Thiago Bianchi) e  no estúdio Plug-In (Ricardo Confessori).

A especialidade de Ricardo são os dois bumbos e o swing brasileiro unido ao metal. Também domina a arte do "turn" (rodar as baquetas).  Atualmente grava em seu estúdio com vários artistas e produz diversas bandas.