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* TRINCADICABUM - tem como objetivo a prática da música escrita para bateria no século XXI. O grupo vem desenvolvendo já há alguns anos uma linguagem própria para as suas interpretações e performances artísticas, valendo-se de materiais já existentes, obras inéditas, obras dedicadas a eles, algumas adaptadas e arranjadas para o grupo e obras de autoria própria. Possuem forma particular, diferenciada de interpretar e recriar música e buscam aproximar o gênero da música erudita à popular em um repertório camerístico também aberto à improvisação. O TRINCADICABUM é um trio de baterias cuja formação instrumental é ainda inexplorada. O ponto de partida e inspirador foi a falta de material escrito para este instrumento, tirando-o do papel de acompanhador coadjuvante para colocá-lo no papel de solista principal, mesclando instrumentos de percussão que até então se encontravam em formações e estilos diferentes como o pandeiro de choro, o vibrafone, as congas e a cuíca .Tais instrumentos são centrados em uma cultura específica fazendo-os pontos de referência para o trabalho do grupo que engloba essa riqueza cultural, assimilando, reproduzindo e transformando-a. É possível lançar mão de técnicas composicionais utilizadas na música erudita e popular buscando sonoridades próprias, trazendo ao público ouvinte sons familiares numa disposição completamente nova. O trio apresenta um programa eclético de nível internacional, apresentando as principais técnicas da bateria e dando voz a instrumentos tradicionais da percussão brasileira como o pandeiro, o reco-reco de metal e os woodblocks, desenvolvendo diferentes técnicas de execução e sonoridades. Buscam salientar o aspecto lírico contrapondo-se com as evidentes características rítmicas da bateria, explorando o espaço de concerto através de melodias que passeiam entre os instrumentos criando ressonâncias, ecos e dando aspectos de movimentação no palco, criando um amplo panorama da música percussiva. Esta música está presente nas manifestações humanas desde os primórdios de sua história e é a forma de expressão sonora mais próxima do ser depois de sua voz. Foi usada para fins bélicos e em ritos religiosos em espécies de mantras cujo poder acreditava-se fazer chover. Depois de séculos de música erudita, organizada por compositores com técnicas apuradas cuja predominância era de instrumentos de sopro e de cordas, é que então, no século XX, tais instrumentos de percussão foram inseridos em suas músicas transformando a estética musical e a História da Música. Acreditando-se esgotadas as possibilidades melódicas e harmônicas das músicas extraídas de instrumentos de sons definidos como piano, violino, trombone dentre outros, alguns compositores começaram a utilizar tambores e infinitos outros instrumentos de percussão para edificar suas obras. A partir desse ponto, foram então surgindo grupos formados exclusivamente com esse instrumental para interpretação de tais obras. Tais grupos foram muito difundidos na Europa e EUA - que investe no ensino musical e percussivo desde cedo na escola – gerando conjuntos performáticos e/ou de concerto. O TRINCADICABUM surge por influência dessa concepção musical, entretanto, com a novidade de ser um trio formado essencialmente por três baterias, diferentemente dos grupos de percussão já ouvidos até hoje. Sua apresentação agrega características sonoras de um grande grupo à formação de música de câmara que é, certamente, um dos pilares da música do Ocidente, e onde a relação entre os instrumentistas é intensa. Se, de um lado, os grandes compositores construíram algumas das mais magníficas criações musicais ao escrever para pequenos conjuntos, de outro, é por meio de sua interpretação que os músicos alcançam o ápice da comunicação artística. Os músicos do TRINCADICABUM são atuantes no cenário artístico nacional e gozam de reconhecimento em seus instrumentos. Alê Damasceno Bacharelou-se em Música – instrumento Bateria – pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (2001). Participou da gravação de vários CDs de música popular e instrumental brasileira, estando em seus últimos trabalhos os CDs dos guitarristas Jorge Ervolini e Marcelo Gomes, e o novo DVD/CD da cantora Zizi Possi, com quem faz shows pelo Brasil. Leciona bateria na Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM) e na Fundação das Artes de São Caetano do Sul (SP). Já atuou com Olívia Bygton, Virginia Rosa, Vanessa da Matta, Rubi, Toninho Ferraguti, Silvio Mazzuca Jr., Vincent Gardner (nos EUA), João Cristal, Dino Barione, grupo Aquilo Del Nisso, Jazz Sinfônica de Diadema, Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul, Balé Folclórico do Estado de São Paulo (Abaçaí), entre outros.www.myspace.com/aledamasceno Leandro Lui Iniciou seus estudos musicais na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e bacharelou-se em Música – instrumento Bateria – pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (1997). Integrou a Orquestra Sinfônica e o Grupo de Percussão da FASCS. Estudou com Sérgio Gomes, Bob Wyatt e Eduardo Gianesella. Foi o baterista titular da temporada brasileira dos Musicais “Les Miserábles”, “Grease”, “Chicago”, “O Fantasma da Òpera”, ”Miss Saigon”, gravou o CD do musical “A Noviça Rebelde” e as músicas e sonoplastia para as peças “Camila Baker, a Saga Continua” e “O Marido Vai à Caça”. Foi consultor nos arranjos para percussão do maestro Miguel Briamonte no concerto Gonzaga Sinfônico, com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Tocou nas orquestras: Filarmônica de São Bernardo do Campo, Sinfônica de São Caetano do Sul, Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e Municipal de São Paulo. É baterista titular da orquestra do musical “A Bela e a Fera” e percussionista titular da Orquestra Sinfônica de Santo André. Nelton Essi Bacharelou-se em Música – instrumento Percussão – pelo Instituto de Artes da UNESP (2003). Foi bolsista no Festival de Inverno de Campos do Jordão em 1998 e 1999 (percussão erudita com Elisabeth Del Grande) e no Festival Internacional de Inverno de São Caetano do Sul de 2000 a 2002 (bateria com Lílian Carmona, Zé Eduardo Nazário e Celso Almeida). Participou do grupo PIAP e recebeu prêmio da APCA, categoria Musica Erudita – 2003. Integrou o grupo de percussão Zabumbal, dirigido por Antônio Nóbrega. Tocou nos musicais “A Bela e a Fera”, “Comunità”, “O Fantasma da Ópera” e “Miss Saigon”. É percussionista titular do musical “A Bela e a Fera” e atua como timpanista da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo.www.myspace.com/neltonessi Repertório: Takano (3 baterias) – L.Lui. Maléquinho (3 baterias, Réco-réco, 2 Temple-blocks e Pandeiro) –L.Lui. Alma (3 baterias) – L.Lui. Tomando Partido – (3 baterias, Pandeiro e Cuíca) – N.Essi. Zamith (3 baterias) – L.Lui. Piru Bole (3 baterias e Steel Drum gravado) – J.Bergamo (adap. N.Essi) Variations on a Ghana Theme (3 baterias) - D.Levitan (adap. L.Lui) Nelalelui (Bateria ,Vibrafone e 2 congas) – J.Ervolini. No Fosso (2 baterias, Vibrafone e Loop) – L.Lui. Caixas ao Leite (Caixa Clara, Tambor militar e Caixa clara invertida) – L.Lui.Visite: www.myspace.com/trincadicabumContatos :
Leandro Lui
Nelton Essi 11-9601-4300 aledamasceno@uol.com.br |
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